INSS: conheça novo prazo e condições de empréstimo consignado

A partir das próximas semanas, os aposentados e pensionistas do INSS que desejarem solicitar um empréstimo consignado terão maior facilidade. Na tentativa de conter a atual crise econômica, o governo federal alterou as regras de solicitação do serviço, tornando-o mais rendável para os interessados. Além de aumentar o prazo de pagamento, a medida altera também o valor do empréstimo.

Agora, quem solicitar o crédito terá até setes anos para poder quitar a dívida. As mudanças não param por aí, no que diz respeito as taxas de juros elas também se tornarão mais atrativas, deixando de ser de 2,08% para 1,80% ao mês. Quem optar pela operação por meio do cartão de crédito, terá uma cobrança de 2,70% e não mais de 3%.

O pagamento máximo deixou de ser de 72 meses (atualmente em vigor) e passará a ser de 84 meses. Com isso, a Federação Brasileira de Bancos (Febraban) afirma que o mercado deverá ser impulsionado, fazendo com que os bancos injetem cerca de R$ 25 bilhões na economia nacional durante os próximos meses.

Aumento da margem do INSS na solicitação

Quanto ao valor máximo que poderá ser descontado das pensões e salários pagos pelo INSS, o projeto prevê um aumento, fazendo com que o pagamento torne-se maior.

Atualmente, quem solicita o consignado precisa pedir um valor equivalente a até 35% de sua renda, sendo 30% para o crédito normal e 5% a mais via cartão.

A ideia é que essa margem cresça, fazendo com que o limite dos empréstimos torne-se maior. A proposta ainda será enviada para a validação do Congresso e deve ser votada nos próximos dias.

“Nossa proposta, via projeto de lei, é ampliar essa margem. Poderá comprometer um pouco mais do seu salário. Acho que o consignado tem uma taxa muito pequena. Vai permitir que ele não se endivide com outros juros maiores. Vai poder pegar empréstimos com juro mais baixos”, afirmou o secretário especial de Previdência e Trabalho do Ministério da Economia, Bruno Bianco.

Efeitos da crise

Ao ser questionado sobre o motivo das decisões, ele alegou que trata-se de uma medida de contenção que tem como finalidade estimular o poder de compra e venda dos cidadãos durante esse período de crise motivado pelo coronavírus. “Há uma necessidade de se apresentar medidas para as pessoas que mais precisam [os idosos], reduzindo a taxa de juros par ao mais pobre e aumentando o prazo [de pagamentos]”, declarou.

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