PREJUÍZOS NO SETOR DE TRANSPORTES

É de conhecimento geral – ou pelo menos deveria ser – que a ameaça da doença COVID-19, transmitida pelo famoso Coronavírus está cada vez maior. A OMS (Organização Mundial da Saúde) declarou estado de pandemia na última quarta-feira (11/03/2020), ou seja, o vírus está sendo amplamente disseminado e a situação de risco aumentou. Os primeiros casos começaram na Ásia e, em pouco tempo, o vírus se espalhou para quase todos os países e está presente em todos os continentes. O surto epidêmico que saiu de Wuhan, na China, não impactou somente a área da saúde, mas acometeu a economia e o mercado global. Todos os setores foram abalados pela doença e as consequências ainda estão surgindo. Os prejuízos causados pelo coronavírus na logística começam a ser mensurados e as notícias não são as melhores.

As operações de importação e exportação foram diretamente atingidas, negativamente, é claro. Por se tratar de uma pandemia declarada o envio de produtos ficou comprometido. As docas, armazéns e portos chineses estão abarrotados de produtos a serem transportados, afinal, falta mão de obra e veículos.

Infraestrutura

A ministra participou também na segunda de videoconferência do Ministério da Infraestrutura com o Conselho Nacional dos Secretários de Transporte, que reúne os chefes dessas áreas nos Estados e no Distrito Federal. Segundo o relato da pasta da Infraestrutura, Tereza Cristina pediu a livre circulação de linhas privadas que transportem os trabalhadores do agronegócio e destacou a importância da manutenção dos corredores de escoamento da produção.

“A gente tem uma preocupação com os caminhoneiros, que são fundamentais para o agronegócio. Nós não conseguimos rodar sem eles. Nossa preocupação é que eles tenham pontos para abastecer, para comer, postos que possam atender quem tiver problemas de saúde”, disse Tereza Cristina, de acordo com a nota do Ministério da Infraestrutura.

Além de conversar com os secretários de Transporte, o ministro da Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas, participou, também na segunda-feira (23/3), de videoconferência com governadores dos Estados do Sul e do Sudeste para discutir uma cooperação para evitar bloqueios em rodovias. Segundo o Ministério da Infraestrutura, já há consenso em relação a decretos estaduais para livre circulação de cargas e manutenção de serviços. O apelo deve ser estendido a prefeitos.

“Se matarmos o transporte rodoviário de carga, teremos o efeito da greve de 2018 somado à crise do coronavírus. Estamos vendo justas homenagens aos profissionais da saúde e da segurança pública, mas está na hora de homenagearmos também os profissionais do transporte de cargas”, disse o ministro Tarcísio Gomes de Freitas, de acordo com o Ministério da Infraestrutura.

Representações do agronegócio têm se manifestado publicamente, procurando garantir que não haverá interrupção da produção. Empresas de alimentos, inclusive, têm feito campanhas pedindo que a população atenda às recomendações das autoridades de saúde enquanto as atividades produtivas são mantidas. Ao mesmo tempo, as entidades têm pedido a garantia de infraestrutura necessária para o transporte de mercadorias.

“O gargalo logístico no fluxo de produtos é o fator mais preocupante para o desempenho das exportações”, avalia o consultor Maurício Palma Nogueira, da Athenagro, especialista em mercado de carnes, em publicação divulgada pela rede social Linkedin.

Segundo ele, a produção de carnes bovina, suína e de frango do Brasil deve superar o consumo em 38% neste ano. A estimativa já considera a produção contratada e com operações em andamento na fazenda. Se há risco de desabastecimento, diz ele, deve ficar para os anos seguintes. Se o setor não conseguir exportar o excedente desse ano, o prejuízo pode ter efeito no futuro.

“Por isso, é fundamental que medidas governamentais não dificultem as operações de logística e exportação de mercadorias. São setores essenciais”, afirma o consultor, na postagem.

Coronavírus fez movimento de cargas do agro cair 12,4% na última semana, diz pesquisa

O movimento de cargas do agronegócio caiu 12,41% entre os dias 23 e 29 de março devido à pandemia de coronavírus. Os dados são de pesquisa do Departamento de Custos Operacionais da Associação Nacional do Transporte de Cargas e Logística (Decope).

A pesquisa também indicou menor demanda em cargas para lojas e supermercados (-22,94%), para a indústria alimentícia não refrigerada (-16,15%), para a indústria alimentícia refrigerada (-18,14%) e para a indústria de químico e agroquímico (-8,69%).

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